Para visualizar este conteúdo você precisa ter o plugin Macromedia Flash Player versão 7 ou superior
instalado no seu navegador e o Javascript habilitado.

Clique aqui para instalar.
31.08.2010 . 14h03 . Britcham
Associates of law firm Castelli&Castelli Assessoria Jurídica discuss internationalisation of companies at a Britcham event
31.08.2010 . 14h02 . Britcham
Sócias do Castelli&Castelli Assessoria Jurídica falam sobre internacionalização de empresas em evento na Britcham
16.08.2010 . 15h19 . Britcham
CVM: Volume de Captações Financeiras e IPOS crescerá no segundo semestre
16.08.2010 . 14h28 . Britcham
CVM: Issuances and IPOS set to expand in the second half of 2010
Cliente:
Britcham
24.06.2010 . 15h41

Executivos discutem leis de incentivos fiscais em evento promovido pela Britcham
 

O Brasil conta atualmente com mais de 800 fontes de recursos nacionais que somam R$ 65 bilhões ao ano, destinados a projetos nas áreas da Cultura, Esporte, Meio Ambiente, Responsabilidade Social. Este foi um dos principais pontos destacados pelo diretor Executivo da IN-PRÓ - Instituto Movimento Pró-Projetos, Marcio Godoy, durante o seminário "Projetos Culturais, Sociais e Esportivos e as Leis de Incentivos Fiscais no Brasil", realizado na sede paulista da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham), no último dia 24 de junho.

Segundo o Márcio, o mercado de leis de incentivos apresenta sinais de crescimento e o IN-PRO tem buscado fortalecer a atuação de seus clientes neste setor. "Ninguém investe em uma empresa só pela causa nobre, sem conhecer o plano de negócio", conta o executivo.

Uma análise feita pelas executivas do Instituto Karina Ruffo e Katia Seade, com base dados divulgados pelo Ministério do Esporte, demonstrou que os projetos de infraestrutura, turismo e consumo voltados para a realização da Copa do Mundo 2014 receberão investimentos de R$ 47,5 bilhões. O mesmo levantamento também apontou que os investimentos indiretos somarão R$ 135,7 bilhões provenientes da recirculação de dinheiro com a realização do evento.

Na avaliação de Angélica Pinto, líder de Responsabilidade Social da distribuidora de gás Comgás, os projetos desenvolvidos pela distribuidora precisam ser bons companhia e capazes de "gerar autonomia para população e transformar a vida das pessoas". "Na Comgás, começamos com uma verba de R$ 1 milhão para planos socioculturais e hoje já temos R$ 4 milhões investidos em 17 projetos", completou ela, ao apresentar os projetos e a política de patrocínio da companhia conta a executiva.

A produtora cultural Elo 3, representada por Fernanda Del Guerra, acredita que a cultura é indispensável para o desenvolvimento das pessoas e, por este motivo, a empresa preza pelo desenvolvimento social. "O acesso a arte e cultura é muito importante para o país e as empresas, com seu poder financeiro e influenciador, tem a responsabilidade de contribuir com a sociedade", declara Fernanda. Segundo ela, a responsabilidade social educa, transforma pessoas, aproxima, permite novo olhar para a sociedade, gera desenvolvimento sócio-econômico e promove mercado cultural. "Noventa e dois por cento dos municípios brasileiros não têm cinema. Infelizmente, a concentração cultural no Brasil é muito forte, o que contradiz a ideia de democratização cultural", completa a executiva.

Luis Noronha e Helena Soares, sócios do Grupo Conspiração, apresentaram dados do mercado audiovisual. "O cinema nacional vem crescendo bastante. O público brasileiro de 2009 cresceu 76% em relação a 2008", conta Luis. Já sobre televisão, segundo Luis Noronha, 96% dos lares já possuem TV, sendo que as assinaturas de TV a cabo crescem de 7% a 8% em média por mês. "Já na TV aberta, 50% da audiência é de classe C e 39% das classes AB", declara o executivo. "Só no Brasil a TV a cabo não é maior do que a TV aberta", completa.

Copyright (c) 2007 Textual Serviços de Comunicação e seus clientes.
Todos os direitos reservados.
Contágio Criação