<?xml version='1.0' encoding='ISO-8859-1'?><rss version='2.0'><channel>	<title>Textual - Britcham</title>	<link>http://www.textual.com.br/saladeimprensa/index.asp</link> 	<description>Sala de Imprensa - Textual</description> 	<language>pt-br</language>	<ttl>0</ttl> 	<copyright>Copyright: (C) Textual</copyright>  <image> 	<title>Sala de Imprensa - Textual Serviços de Comunicação</title>  	<url>http://www.textual.com.br/_imagens/logo02.gif</url>  	<link>http://www.textual.com.br/index.asp</link>  	<description>Website Textual</description>  </image>		<item>				<title><![CDATA[ Associates of law firm Castelli&Castelli Assessoria Jurídica discuss internationalisation of companies at a Britcham event ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3691 ]]></link>				<description><![CDATA[ São Paulo, August 2010 - In 2008, only 17% of Brazilian companies moved toward internationalisation. This was the statistic cited by Thaís Castelli and Paula Cristina L. P. de Barros, associates of international law firm Castelli&Castelli Assessoria Jurídica Internacional, during the 11th Meeting of the YBC - Young Britcham Committee, on 31 August at the British Chamber of Commerce and Industry (Britcham) in São Paulo.<BR><BR>During the talk "Structured Internationalisation of Companies," the attorneys emphasised that the main reason for companies to develop overseas business, in addition to expanding their market, is to create opportunities to introduce their products and to add value to the company through new expertise. "There is also the factor of diluting risk, meaning the company is active in other countries and not dependent on just one market," says Paula Cristina. <BR><BR>Thaís Castelli notes some of the difficulties a company must analyse before moving ahead with internationalisation. "In addition to labour and tax issues, currency fluctuations cause problems too," she explains. "The market must be researched thoroughly, because the process of internationalisation is irreversible," the executive adds. <BR><BR>Thais and Paula also stress that the company must assess whether it is in a position to take this step. "It is an investment with long-term return, so that boldness and careful planning are essential. The company must identify the target country, analyse its domestic market, examine prices, competition, sales structure, logistics, the Call Centre and HR, and also assess the country's regulations," explains Thais.<BR><BR>The Castelli&Castelli associates concluded by presenting the three main business models for internationalising, which are as follows: direct exportation (through a sales representative); local presence (where a subsidiary is established with an office and staff) and acquisition (securing a local business). ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ terça-feira, 31 de agosto de 2010 14:03:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ Sócias do Castelli&Castelli Assessoria Jurídica falam sobre internacionalização de empresas em evento na Britcham ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3690 ]]></link>				<description><![CDATA[ São Paulo, agosto de 2010 - Em 2008, apenas 17% das empresas brasileiras partiram para a internacionalização. Esse foi o dado passado por Thaís Castelli e Paula Cristina L. P. de Barros, sócias do Castelli&Castelli Assessoria Jurídica Internacional, durante 11º Encontro da YBC - Young Britcham Committee, que aconteceu no último dia 31 de agosto, na sede da Câmara Britânica de Comércio e Indústria (Britcham) em São Paulo. <BR><BR>Durante a palestra "A internacionalização estruturada das empresas", as advogadas destacaram que o principal objetivo das companhias em expandir para o exterior é, além de aumentar mercado, gerar oportunidade para mostrar seus produtos e adquirir aprendizado que agregue valor à empresa. "Também tem o fator da diluição de riscos, ou seja, entrar com a empresa em outros países para não depender de um só mercado", completa Paula Cristina. <BR><BR>Segundo Thaís Castelli, existem algumas dificuldades que a corporação precisa analisar antes de passar por um processo de internacionalização. "Além das questões tributárias e trabalhistas, a flutuação da moeda atrapalha também", explica. "É necessário pesquisar bem o mercado pra onde está indo, pois o processo de internacionalização é irreversível", completa a executiva. <BR><BR>Thais e Paula destacaram, ainda, que é preciso checar se a companhia está preparada para este tipo de experiência. "É um investimento com retorno a longo prazo, por isso requer ousadia e bastante planejamento. A empresa precisa definir o país foco, analisar o mercado local, ver preços, concorrentes, estrutura de vendas, logística, Call Center, RH e ainda a parte regulatória do país de destino", explica Thais.<BR><BR>As sócias do escritório Castelli&Castelli finalizaram expondo os três principais modelos de negócios para internacionalizar, que são: exportação direta (por meio de um representante comercial); presença local (onde se monta uma subsidiária, com equipe e escritório) e aquisição (firmando uma operação local) ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ terça-feira, 31 de agosto de 2010 14:02:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ CVM: Volume de Captações Financeiras e IPOS crescerá no segundo semestre  ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3664 ]]></link>				<description><![CDATA[ A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) espera um aumento significativo no volume de emissões e de captações financeiras no segundo semestre deste ano, superando o tímido desempenho dos últimos dois anos. A informação foi dada nesta segunda-feira (16/08) pela presidente da autarquia, Maria Helena Santana, que participou de almoço-palestra na Câmara Britânica de Comércio e Indústria (Britcham), no Rio de Janeiro.<BR><BR>&quot;Existem nove pedidos de registro de companhias em análise em espera, mas há também a previsão de captações financeiras neste segundo semestre. Não sabemos se todas as operações vão se viabilizar, o mercado tem estado volátil e algumas empresas podem optar por um momento posterior para concretizar a emissão.O que tem determinado esta dinâmica tem sido o investidor&quot;, avalia Maria Helena.   <BR><BR>Durante sua palestra, a presidente da CVM também destacou o aumento de IPOS (abertura de capital na Bolsa) realizados no Brasil. Os números dos sete primeiros meses do ano mostram que o País já está à frente de economias mais pujantes, como a Índia. &quot;Em termos de volume movimentado,entre janeiro e julho de 2010, o Brasil contabiliza US$ 4,5 bilhões em IPOs.Na Índia, em igual período, o volume foi de US$ 3 bilhões&quot;, compara a executiva. O desempenho do Brasil, no entanto, ainda está muito abaixo ao da China, que nos primeiros setes meses do ano atingiu a marca de US$ 43,3 bilhões em abertura de capital. <BR><BR>Maria Helena disse, ainda, que espera a realização, neste ano, da audiência pública que discutirá padrões para a transparência dos gastos administrativos nos fundos de investimentos. O objetivo da iniciativa, segundo ela, é criar padrões que facilitem comparações e que  esclareçam melhor despesas feitas, por exemplo, com auditorias, consultorias e taxas de corretagem. <BR>   <BR>Perguntada sobre o possível vazamento de informações que pode ter ocorrido na última sexta-feira antes do anúncio da fusão entre TAM e Lan Chile, Maria Helena afirmou que &quot;este caso, como qualquer outro que envolva grande oscilação de preço de papéis, está em análise&quot;.<BR><BR><BR>SOBRE A BRITCHAM<BR>Fundada em 1916, a Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil é uma associação nacional sem fins lucrativos, cujo objetivo é incrementar as relações Brasil e Reino Unido, promover debates e atuar no desenvolvimento de oportunidades de negócios para as comunidades empresariais britânica e brasileira. A Britcham tem escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.<BR> ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ segunda-feira, 16 de agosto de 2010 15:19:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ CVM: Issuances and IPOS set to expand in the second half of 2010 ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3666 ]]></link>				<description><![CDATA[ The Brazilian Securities Commission (CVM) is expecting a significant increase in the volume of IPOs and issuances in the second half, in what is an improvement on the modest performance of the past two years. So said the authority's chairperson, Maria Helena Santana, at a lunch presentation on Monday at the British Chamber of Commerce and Industry (Britcham) in Rio de Janeiro.<BR><BR>"Nine pending applications are currently being analysed, but issuances are also forecast for the second half of the year. We don't know whether all these issuances will materialise, since the market has been volatile and some companies may prefer to put off making their public offering. It is investors who have the final say," said Maria Helena.<BR><BR>During her presentation, the chairperson of the CVM also highlighted the increase in the number of Initial Public Offerings (IPOs) in Brazil. Figures for the first seven months of the year show that Brazil is already ahead of faster-growing economies such as India. "In terms of volume, between January and July 2010, Brazil registered USD 4.5 billion in IPOs. In India in the same period, the volume was USD 3 billion," she pointed out. Brazil's performance, however, is still greatly inferior to that of China, where the first seven months of the year saw IPOs amounting to USD 43.3 billion. <BR><BR>Maria Helena also said that she expects the public consultation on standards of transparency for investment funds' administrative costs to be held this year. The object of this initiative, she says, is to draw up standards that will facilitate comparisons and give greater clarity about expenses incurred on, for example, auditing, consultancy and brokerage fees.<BR><BR>Asked about the possible leak that may have taken place last Friday ahead of the announcement of the merger between TAM and Lan Chile, Maria Helena said: "This case, like any other which involves a large oscillation in share prices, is being analysed". ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ segunda-feira, 16 de agosto de 2010 14:28:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ IBRAM: setor minerário do país vai fazer investimento recorde de US$ 62 bilhões até 2014 ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3656 ]]></link>				<description><![CDATA[ O setor mineral brasileiro vai receber investimentos de US$ 62 bilhões entre este ano e 2014, montante recorde para um período de cinco anos no País. A informação foi dada nesta segunda-feira, dia 9, pelo presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), Paulo Camillo, durante almoço-palestra organizado pela Câmara Britânica de Comércio e Indústria (Britcham).<BR><BR>De acordo com ele, do total a ser investido, dois terços serão destinados à projetos na área de minério de ferro. "Mas há investimentos de destaque também nas áreas de manganês, ouro e níquel", detalhou Camillo, acrescentando que ao todo estão previstos investimentos em 60 projetos no Brasil.<BR><BR>Ainda de acordo com o presidente do Ibram, o País atingirá outro recorde este ano: a produção mineral deve atingir US$ 35 bilhões, superando os US$ 24 bilhões contabilizados em 2009. "Este crescimento será um reflexo tanto do aumento de produção, quanto do aumento de preço de alguns minérios como, por exemplo, ouro e ferro", avalia Camillo.<BR><BR>Em relação a possíveis mudanças no marco regulatório da mineração, Paulo Camillo afirmou que o setor não teme fazer novos investimentos por medo da expectativa de mudanças. "Acredito que o governo, caso opte por mudar a legislação, tratará o assunto com maturidade e equilíbrio, discutindo o assunto com a iniciativa privada e com o Congresso", disse ele.<BR><BR><BR>SOBRE A BRITCHAM<BR>Fundada em 1916, a Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil é uma associação nacional sem fins lucrativos, cujo objetivo é incrementar as relações Brasil e Reino Unido, promover debates e atuar no desenvolvimento de oportunidades de negócios para as comunidades empresariais britânica e brasileira. A Britcham tem escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.<BR><BR> ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ segunda-feira, 9 de agosto de 2010 15:12:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ IBRAM: The Country&#39s Mining Sector will invest a record US$ 62 Billion by 2014 ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3662 ]]></link>				<description><![CDATA[ Brazil&#39s mining sector will be injected with US$ 62 billion between now and 2014, a record amount for the country in a five-year period. The president of the Brazilian Mining Association (IBRAM), Paulo Camillo, announced the figure on Monday August 9 during a lunch-presentation organized by the British Chamber of Commerce and Industry (Britcham). <BR><BR>He said that two thirds of total investments will be for iron ore projects. &quot;But heavy investment will also be made in manganese, gold and nickel,&quot; explained Camillo, adding that a total of sixty projects are slated for investment in Brazil. <BR><BR>IBRAM&#39s president also said that the country will break another record this year: mineral production should reach US$ 35 billion, surpassing last year&#39s US$ 24 billion. &quot;This growth will reflect both increased production and higher prices for some ores, such as gold and iron,&quot; says Camillo.<BR><BR>With regards to possible changes in the regulatory framework for mining, Paulo Camillo said the sector is not reluctant to make new investments for fear of possible changes to it. &quot;If the government decides to change legislation, I&#39m confident it will do so maturely and fairly, discussing the matters with the private sector and with Congress,&quot; he said.  ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ segunda-feira, 9 de agosto de 2010 14:28:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ The next president should emphasise private capital for development, says FEBRABAN&#39s chief economist ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3658 ]]></link>				<description><![CDATA[ The Brazilian economy will lose steam if the successor to President Luiz Inácio Lula da Silva does not prioritise attracting private capital to finance the country&#39s development. This assessment came at an event organised by the British Chamber of Commerce (Britcham), on August 6, by the head economist of the Brazilian Federation of Banks (FEBRABAN), Rubens Sardenberg.<BR> <BR>The economist says the country has reached the limits of the consumption based growth policy and needs to move to an investment model of expansion. He says that growth of around 5% would only be sustained by raising investment to 23% of the gross domestic product (GDP). He assesses that for this to occur without causing fiscal imbalance with the issuance of government securities, private investment must be made viable, especially through working to attract foreign capital. <BR><BR>Sardenberg suggested priorities for the next administration to succeed at drawing more private capital into the country to drive the needed growth. His suggestions included stabilizing the macroeconomy, expanding secondary markets and ensuring legal protection, which is one of the big problems for medium and long-term operations. In addition, he spoke about the need to expand the capital market to accommodate the new cycle. <BR><BR>Concerning one of the main deterrents, the high tax burden, Sardenberg believes in targeted micro reforms and not in the bureaucracy of sweeping reform, which would not likely make it through Congress. He says that whoever heads the next administration will need to be pragmatic in this regard, staying focused on fiscal austerity, interest rates and inflation.<BR><BR>FEBRABAN&#39s economist thinks the next president will assume the helm of a country in much better conditions, without fiscal imbalances and short-term problems. &quot;No one will have to start governing with emergency measures. They will be able to consider structural issues like infrastructure, logistics and energy,&quot; he said. <BR><BR>Founded in 1916, the British Chamber of Commerce and Industry in Brazil is a national non-profit association, whose aim is to further British-Brazilian relations, organise debates and develop business opportunities in the British and Brazilian business communities. Britcham has offices in Rio de Janeiro, São Paulo and Rio Grande do Sul.<BR> ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ sexta-feira, 6 de agosto de 2010 12:13:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ Próximo presidente deve apostar no capital privado para o desenvolvimento, avalia o economista-chefe da FEBRABAN ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3657 ]]></link>				<description><![CDATA[ Faltará fôlego para a economia brasileira se o sucessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não priorizar a atração de capital privado para financiar o desenvolvimento do país. A avaliação foi feita em evento organizado pela Câmara Britânica de Comércio (Britcham), no dia 06 de agosto,  pelo economista-chefe da Federação Brasileira dos Bancos (FEBRABAN), Rubens Sardenberg.<BR><BR>Para o economista, o país atingiu o limite suportável da política de crescimento baseado no consumo e precisa migrar para um modelo de ampliação do investimento. Segundo ele, um crescimento na casa dos 5% só seria sustentado com a ampliação do investimento para 23% do produto interno bruto (PIB). Na avaliação do economista, para que isso seja possível, sem criar um desajuste fiscal com a emissão de títulos da dívida pública, é necessário viabilizar o investimento privado, principalmente com atração de capital internacional. <BR><BR>Sardenberg listou o que entende como prioridade para que o próximo governo consiga maior injeção de capital privado para alavancar o crescimento. Citou como exemplos a estabilidade macroeconômica, a ampliação de mercados secundários e a manutenção da segurança jurídica, que é um dos grandes problemas para as operações de médio e longo prazo. Além disso, falou sobre a necessidade de ampliação do mercado de capitais para encarar o novo ciclo. <BR><BR>Sobre um dos principais entraves do desenvolvimento, a carga tributária, Sardenberg acredita em micro reformas pontuais, e não na burocracia de uma reforma ampla que dificilmente seria aprovada pelo Congresso. Ele afirma que quem assumir o próximo governo terá que ser pragmático nesta questão, sem perder de vista a austeridade fiscal os juros e a inflação.<BR><BR>O economista da FEBRABAN acredita que o novo presidente receberá o país em uma situação muito melhor, sem desajustes fiscais e problemas de curto prazo. &quot;Ninguém vai precisar iniciar o governo com um plano de emergência. Vai poder pensar nas questões estruturais como infraestrutura, logística e energia&quot;, disse. <BR><BR>SOBRE A BRITCHAM<BR>Fundada em 1916, a Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil é uma associação nacional sem fins lucrativos, cujo objetivo é incrementar as relações Brasil e Reino Unido, promover debates e atuar no desenvolvimento de oportunidades de negócios para as comunidades empresariais britânica e brasileira. A Britcham tem escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.<BR> ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ sexta-feira, 6 de agosto de 2010 12:05:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ INSTRUÇÃO NORMATIVA DA RECEITA FEDERAL QUE TRATA DE REGIMES DE TRIBUTAÇÃO ESPECIAL PRECISA SER REVISTA ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3641 ]]></link>				<description><![CDATA[ A complexidade e os paradoxos das regras que determinam no Brasil os regimes especiais de tributação adotadas pelos países foram o ponto central da palestra &quot;País ou Dependência de Tributação Favorecida e Regime Fiscal Privilegiado: Aspectos Polêmicos da Lei nº 12.249/2010; a IN RFB 1.045/2010 e os ADEs RFB 10 e 11 de 2010&quot;, realizada na terça-feira pela Câmara Britânica de Comércio e Indústria (Britcham) em parceria com a Associação Brasileira de Direito Financeiro (ABDF).   <BR><BR>No evento, o palestrante Alberto Xavier, de Xavier, Bernardes, Bragança - Sociedade de Advogados, destacou que a atual classificação dos países em regimes de paraíso fiscal, regime privilegiado e tributação favorecida contida na instrução normativa da Receita Federal precisa ser revista. &quot;Ela está desatualizada&quot;, diz ele, acrescentando que a mesma pode causar &quot;uma confusão internacional&quot;, uma vez que países com características muito similares estão enquadrados em grupo diferentes.  <BR><BR>Ele questiona, por exemplo, o fato de que, dos 65 países contidos na relação de paraísos fiscais, apenas três sejam africanos. &quot;Acho sinceramente muito pouco. Tenho dúvidas se outros países da região não deveriam estar nesta classificação&quot;, diz ele. <BR><BR>SOBRE A BRITCHAM <BR><BR>Fundada em 1916, a Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil é uma associação nacional sem fins lucrativos, cujo objetivo é incrementar as relações Brasil e Reino Unido, promover debates e atuar no desenvolvimento de oportunidades de negócios para as comunidades empresariais britânica e brasileira. A Britcham tem escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.<BR><BR>Mais informações:<BR><BR>Textual - http://www.textual.com.br/<BR><BR>Britcham - http://www.britcham.com.br/<BR><BR>Daniele Carvalho- Tel.: (21) 3206-6213 / danielecarvalho@textual.com.br<BR><BR>Glauco Figueiredo-  Tel: (21) 3206-6230 / Glauco@textual.com.br<BR><BR>  <BR><BR> <BR><BR> <BR><BR><BR> <BR><BR> ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ quinta-feira, 22 de julho de 2010 16:57:00 GMT ]]></pubDate>		</item>		<item>				<title><![CDATA[ &quot;Round Table with Professor Alberto Xavier - Xavier, Bernardes, Bragança Sociedade de Advogados - Theme: Tax Havens: Controversies of Law 12249/2010, IN RFB 1045/2010 and ADEs RFB 10 and 11 of 2010&quot;<BR><BR>The Federal Tax Regulations Addressing Tax havens need revising ]]></title>				<link><![CDATA[ http://www.textual.com.br/saladeimprensa/release.asp?ID=3650 ]]></link>				<description><![CDATA[ The complexity and paradoxes of the regulations in Brazil governing the special taxation schemes implemented by other countries was the focal point of the lecture &quot;Tax Havens: Controversies of Law 12249/2010, IN RFB 1045/2010 and ADEs RFB 10 and 11 of 2010&quot;, which took place on Tuesday and was organized by the British Chamber of Commerce and Industry in Brazil (Britcham) in partnership with the Brazilian Financial Law Association (ABDF). <BR><BR>At the event, speaker Alberto Xavier, of law firm Xavier, Bernardes, Bragança - Sociedade de Advogados, emphasized that the current classification of tax havens in the federal tax authority&#39s normative directive needs revising. &quot;It is out of date&quot;, he asserted, adding that it could lead to an international dispute, as countries with basically the same setups are classified differently.  <BR><BR>He questioned the fact that only 3 out of the 65 countries classified as tax havens are in Africa. &quot;I really think it is too few. I suspect that other African countries should also be classified as tax havens&quot;, he said.  ]]></description>				<pubDate><![CDATA[ terça-feira, 20 de julho de 2010 15:54:00 GMT ]]></pubDate>		</item></channel></rss>