Na vida em rede, não há dúvida de que a gestão da comunicação da empresa com a imprensa e outros atores da sociedade civil que impactam na sua reputação ficou mais complexa.
Mais desafios, mas também novas oportunidades. A influência está mais difusa e compartilhada.
Afinal, cada pessoa é também um veículo que produz e dissemina conteúdo, dela e dos outros.
Nesse cenário, o diálogo precisa ser mais amplo, contemplando os novos formadores de opinião – aqueles que se tornaram autoridades não necessariamente pelo diploma, mas também pelo lugar de fala e pela capacidade de compartilhar conteúdos que interessam as pessoas.
Aliás, o jogo da relevância das empresas passa, cada vez mais, pelo saber ler e se conectar ao interesse do outro. E menos pelo tamanho do market share.
E isso vale para tudo. Na comunicação das iniciativas ESG ao lançamento de um novo produto.
Esse é o nosso papel no amplo guarda-chuva das “relações públicas”: caminhar com o nosso cliente no desenvolvimento de uma comunicação de mão dupla, capaz de torná-lo referência, autoridade.
Esse reconhecimento público se traduz também na conquista de prêmios e na participação regular da liderança e de especialistas da empresa em fóruns e debates qualificados, além da visibilidade estratégica na imprensa.
E a inteligência de dados vem nos auxiliando a ser mais assertivos na gestão dessa ampla agenda e diante de tantas novas possibilidades que surgem a cada dia.



